
Em fevereiro de 2026, chuvas intensas e recordes de precipitação em Juiz de Fora desencadearam enchentes, deslizamentos de terra e transbordamentos de rios, resultando em uma das maiores tragédias climáticas recentes da região. O volume de chuva acumulado durante o mês superou em muito as médias históricas, levando o governo municipal a decretar estado de calamidade pública.
As fortes chuvas causaram centenas de deslizamentos em áreas de risco, com dezenas de casas destruídas, bairros isolados e bairros inteiros cobertos de lama.
Curiosamente, em uma das residências destruídas, apenas o altar de Zé Pelintra, entidade de Umbanda, ficou intacto.
Até agora, o número de mortes confirmado nas enchentes e deslizamentos na região da Zona da Mata já ultrapassa 40 pessoas, com dezenas ainda desaparecidas e milhares de moradores desabrigados ou desalojados; equipes de resgate continuam as buscas, e autoridades federais e locais liberaram recursos emergenciais para atendimento às vítimas e reconstrução, enquanto alertas de chuva continuam ativos para outras regiões do estado.
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